Working | XIX SEMEAD – Artigo Aprovado! | Gamification

XIX Semead – Ai vamos nós!!! Super feliz com mais esta realização da aprovação do artigo. Neste artigo,discorro sobre uma iniciativa de utilização de artefatos, mecanicas e mecanismos de jogos em um contexto não jogo, dentro de uma instituição financeira e os principais contra pontos apresentados!!!

#semead #gamification #paper #keeponrise #scientific

Press Release | Folha de São Paulo – Caderno MPME – Saiba como usar quatro ferramentas para abrir um negócio

Oi Pessoal!

Fiquei super feliz em poder contribuir com a matéria da Folha de São Paulo, na qual eu falo sobre ferramentas estratégicas:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/09/1811993-saiba-como-usar-quatro-ferramentas-para-abrir-um-negocio.shtml

FOLHA DE SÃO PAULO – MERCADO -MPME – Guia da Micro, Pequena e Média Empresa 

Saiba como usar quatro ferramentas para abrir um negócio

RICARDO BUNDUKY
DE SÃO PAULO

Ferramentas clássicas de administração podem ser
usadas para estruturar um novo negócio ou avaliar o
seu desempenho; saiba como aplicar quatro desses
modelos, com comentários de professores e
consultores da área.

VER PARA CRER

Transformar ideias em um negócio tangível é a função do Business Canvas.

A ferramenta permite ilustrar o modelo do negócio através de um quadro em que se respondem quatro perguntas centrais: “O que é” (o diferencial da empresa), “para quem” (clientela e canais de relacionamento), “como” (as atividades exercidas e parcerias) e “quanto” (os custos da operação e as fontes de receita).

O Canvas pode ser criado de forma física, em um painel na parede com postits, ou em forma de software, disponível na internet. “A forma mais usada é por post-its, porque fica uma coisa mais lúdica“, diz Yuri Cunha, professor da Business School São Paulo. Essa vertente facilita a colaboração de outros funcionários na elaboração.

O Canvas se tornou popular após o estouro da bolha da internet, nos anos 2000, quando muitas companhias quebraram.

A ferramenta pode ser usada no estágio inicial da empresa ou para tornar mais clara a operação de companhias já existentes. “O pequeno empresário aprende na prática, mas não tem a visão ampla de um gestor”, afirma André Nardy, professor da Saint Paul Escola de Negócios.

EMPRESA NO DIVÃ

Mais conhecida entre as quatro ferramentas descritas aqui, a Análise Swot promove o “autoconhecimento” da empresa observando perspectivas internas e externas.

“Não há grande empreendedor que não a conheça”, diz Fabiano Nagamatsu,
consultor do Sebrae-SP. Consiste num quadrante, onde se elencam as forças, fraquezas, oportunidades (novos mercados) e ameaças (concorrência).

A análise pode ser feita no papel ou em programas básicos de computador,
como Word ou Excel.

A partir da avaliação, é possível focar em fortalecer os diferenciais e corrigir
deficiências -por exemplo, fazer convênio com um valet caso a empresa não
ofereça vagas de estacionamento.

Empreendedores costumam ser otimistas sobre o próprio negócio e esquecem de seus pontos fracos. A análise faz a empresa encarar seus problemas“, afirma Yuri Cunha, professor da Business School São Paulo.

A vantagem da Swot é a sua simplicidade, diz André Nardy, professor da Saint
Paul. “O risco é de ser feita de forma genérica e não gerar respostas
específicas.”

ENTRE VACAS E ABACAXIS

Saber quais produtos priorizar e quais eliminar do portfólio da empresa é a função da Matriz BCG.

Através da ferramenta, cada item é qualificado pelo cruzamento entre a geração de lucro para a empresa e quanto demanda de investimento (do custo
do produto ao marketing).

A equação classifica os produtos em quatro categorias: estrelas (alta rentabilidade e custo elevado), vacas-leiteiras (alta contribuição e investimento baixo), abacaxis (baixo investimento e pouco resultado) e pontos de interrogação (investimento alto com potencial desconhecido por serem novos no mercado).

Os abacaxis são mercadorias que podem ser descontinuadas ou merecem ter a estratégia repensada. Já os itens vacas-leiteira devem ser mantidos nesse patamar, enquanto as estrelas são interessantes, mas a meta para elas é  baixar o investimento necessário.

“A BCG é mais útil para as empresas que não tenham portfólios muito grandes, porque envolve muitas análises”, diz Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae-SP. “A matriz parte do princípio de que há informações de mercado, mas nem sempre a pequena empresa tem esses dados”, observa Nardy, da Saint Paul.

CAMINHO DA VITÓRIA

A mais estratégica das ferramentas, as 5 Forças de Porter servem para analisar o setor em que a empresa pretende entrar.

“É interessante para pequenas empresas terem uma ideia de como competir”,
diz André Nardy, da Saint Paul Escola de Negócios.

Como o nome diz, o estudo usa cinco fatores para ditar o posicionamento da empresa no mercado: a capacidade de negociar com fornecedores, o poder de barganha dos clientes, a rivalidade com concorrentes, produtos substitutos e a criação de barreiras para a entrada de empresas.

Caso o negócio dependa de poucos clientes, e eles sejam grandes varejistas, isso é uma ameaça, porque o poder de barganha desses será alto“, exemplifica Yuri Cunha, professor da Business School São Paulo.

Considerando essas cinco dimensões e o grau de ameaça de cada uma, o
empresário analisará se vale a pena investir no setor.

Por gerar essa reflexão, a aplicação da ferramenta é interessante sobretudo antes da abertura do negócio.

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#strategy

#press

#folhadesaopaulo

#mpe

Working | Palestra de Hype Trends na Semana de Administração da Fappes

Tem planos para semana que vem? Que tal participar de diversas palestras de graça? Nada mal, não é?!

Na próxima quinta-feira, 13/10 às 19:30 estarei falando sobre as Hype Trends, na VII Semana de Administração da FAPPES, que fica no Shopping West Plaza em São Paulo e será 100% gratuita… Vai deixar passar?

Para maiores informações e inscrição, acesse:

Tendências | Serviço de Assinatura de Itens | Adidas Avenue A

A adidas entrou na onda dos serviços de assinatura de produtos com o Avenue A, por 600 dolares anuais.

Este serviço é uma espécie de curadoria de tênis, vestuário e outros equipamentos de treino, para o público feminino, com envio trimestral de um produto surpresa.

Entretanto, existe uma restrição complicada neste modelo de negócio. Se a cliente não gostar, ela não poderá realizar a devolução do item. A devolução só é permitida, por defeito ou troca de numeração. Agora imagine a expectativa e dentro da caixa… Meias?! Seria vergonhoso!

Na minha opinião, se existissem pacotes com diferentes valores, por exemplo (50, 100 ou 200), com opção de escolha da categoria de produto (calçados, vestuário ou acessórios) atrelado a valores menores que os praticados no varejo, este modelo poderia se tornar muito mais interessante.

E você toparia pagar 150 dolares por uma caixa preta?

http://www.washingtonpost.com/business/adidass-600-a-year-subscription-for-workout-clothes-is-testing-the-limits-of-a-big-shopping-trend/2016/02/18/aca69270-d4ed-11e5-b195-2e29a4e13425_story.html

Artigo | 18 Poderosas Dicas para planejar e conduzir reuniões de maneira mais eficiente – Fast Foward Por Prof. Yuri Lázaro

Você já participou de alguma reunião de trabalho improdutiva?

Acredito que quase todos nós já passamos por este martírio.

Tenho um vasto leque de histórias que seriam trágicas, se não fossem cômicas. Vou compartilhar 2 destas histórias…

Certa vez em um grande escritório contábil, havia uma reunião diária do comitê de projetos e operações. Durante este “ritual matinal de pancadaria”, o presidente da empresa tirou o celular Blackberry (estou ficando velho…) da mão do diretor de operações. A ridícula cena parecia com um pai dando bronca em um filho levado. O diretor escutou publicamente o seguinte puxão de orelha: “FOCA NA REUNIÃO! Você tem que dar o exemplo! É inaceitável este comportamento! Devolverei o seu celular no final da reunião!” exclamou o presidente. Nem preciso dizer que diretor foi motivo de comentários nos bastidores pelo resto da semana.

Mas acho que a pior das passagens envolvendo reuniões foi uma teleconferência entre Brasil, México, Argentina e Estados Unidos em uma multinacional de tecnologia. A reunião estava sendo conduzida pela Matriz Norte-americana e subitamente, na sala de reuniões aqui no Brasil, um gerente simplesmente adormeceu e começou a roncar durante a reunião, por mais absurdo que possa parecer. Após cutuca-lo incessantemente para que despertar-se. Ao voltar a vida, ele disse que estava sobre o efeito de calmantes e por isso o sono foi inevitável.

Realmente, a grande maioria das reuniões é enfadonha, mas o que podemos fazer para melhorar estes rituais?

Bem aqui vou compartilhar algumas dicas, elas não devem ser encaradas como regras e nem receitas de bolo. Foram pontos poderosos que acumulei ao longo dos anos que podem ajudar você a obter melhores resultados em suas reuniões!

PROPÓSITO

• Esta reunião é necessária? – É muito importante entender se o tema da reunião não pode ser tratado por e-mail, telefone ou pessoalmente. Em muitos casos, grande parte das reuniões poderiam ser evitadas através de outras maneiras mais efetivas de comunicação. Vale lembrar, que as reuniões quando não produtivas geram prejuízo para a organização, por tirar os colaboradores do foco de suas atividades chave;

• Pauta da reunião – Qual é o objetivo/produto a ser obtido ao final da reunião (a principio toda reunião deve ter uma decisão ou um plano de ações ao final). Elenque os principais tópicos e defina quanto tempo de discussão da pauta é estimado. Por mais surreal que pareça, muitas pessoas realizam reuniões sem pautas prévias, vale lembrar que o trabalho não é lugar para bate papo, isso é coisa para ser tratada no happy hour;

PREPARAÇÃO

• Definindo os participantes – Aqui uma dica preciosa pode ser retirada do Scrum, times pequenos são mais produtivos, ou seja, de 3 a 9 pessoas, caso o quórum seja grande, considere convidar somente os tomadores de decisão;

• Definindo as possíveis datas – Antes de enviar o convite, tenha em mente 2 a 3 alternativas de datas/horários para a realização da reunião. Fique atento com fuso horário, caso a reunião envolva múltiplos países;

• Sala de Reunião – Aproveite para reservar à sala de reunião com antecedência de pelo menos 1 semana, em algumas empresas é mais fácil escalar o Monte Everest, do que conseguir uma sala de reunião, nestes casos peça ajuda das secretárias/recepcionistas que geralmente tem atribuição de administração/realocação da salas e podem derrubar outra reunião menos importante;

• Videoconferência – Sempre prefira a videoconferência, quando os participantes estão sendo vistos, evitam ficar mandando e-mails, trabalhando ou fazendo outra coisa enquanto participam da reunião. Algo muito comum nas teleconferências. Muito embora, poucas empresas disponham de salas preparadas para videoconferência. Uma solução pode ser utilizar a webcam presente na grande maioria dos notebooks o que é possível através de aplicativos como o Sametime, Lync, entre outros aplicativos de mensageria.

• Teleconferência – Outro ponto importante é a criação do código para teleconferência, se a reunião envolver outras localidades, dependendo do sistema telefônico, pode ser necessário a criação de um código identificador/senha especifico para que as pessoas possam se juntar a reunião por telefone ;

• Coffe Break – Em alguns casos, quando a reunião envolver clientes, executivos de outros países/matriz ou for muito longa, vale a pena pedir um coffe break para recepcionar as pessoas, em algumas culturas a ausência pode demonstrar um desrespeito/falta de apreço;

• Disponibilidade – A grande maioria das organizações tem serviços verificação de agenda acoplada ao e-mail como: Lotus Notes, Outlook ou até mesmo o Gmail com o Google Agenda. Na grande maioria das vezes é possível ver a programação de agenda das pessoas que serão convidadas, caso tenha dúvidas ou não tenha acesso à agenda, vale um rápido telefonema para a secretária ou para o participando verificando a disponibilidade;

• Convidando – Deixe claro na mensagem o objetivo, pauta e tempo definido para a reunião e caso seja necessário envie documentação de apoio/suporte;

• Lembrete – A cultura latino americana é muito boa, somos pessoas muito calorosas e prestativas. Entretanto, estamos distantes dos rigores de horários londrinos, por isto algumas vezes vale a pena de 10 a 5 minutos antes da reunião, convocar os convidados através de mensagens/ligações, destaque no corpo da mensagem do convite que a reunião começará pontualmente;

CONDUZINDO A REUNIÃO

• Foco – Se você for o “Chair/Demandante” da reunião mantenha todos focados no objetivo e no tempo para discussão de cada tópico. Caso a reunião envolva teleconferência, fique atento para indícios de que as pessoas estão dispersas ou realizando outras atividades. O foco é essencial para que a reunião seja produtiva! Caso seja possível, peça para as pessoas desligarem seus celulares e demais aparelhos;

• Pessoas Prolixas – Caso existam pessoas prolixas, busque sintetizar a mensagem, conduzindo-as novamente ao enfoque da reunião;

• Tagarelas – Evite que ocorram conversas paralelas, elas distraem os participantes, fazendo com que diminua o senso para tomada de decisão;

• Lavar Roupa Suja – Evite conflitos entre participantes, ironias, discussões sentimentais/acaloradas, reuniões de trabalho não são divãs, caso seja necessário reforce isso para todos os envolvidos de que a reunião não é o fórum adequado;

• Tome Nota! – É importante destacar um responsável por anotar os pontos mais importantes da reunião que servirão de insumo para a ata ou para memória de reunião;

ENCERRAMENTO

• Encerrando – Busque terminar no horário definido em respeito a agenda dos demais, caso a reunião não tenha abordado todos os pontos, considere se é realmente necessária uma nova reunião, em alguns casos durante a reunião pode ser identificada a necessidade de outras reuniões sobre pautas especificas, mais profundas ou que envolvam outras pessoas;

• Decisões/Plano de Ações – Ao final é importante agradecer a participação e tempo de todos, envie um e-mail contendo a ata de reunião ou caso a empresa não tenha costume, você pode enviar memória da reunião, contendo as ações definidas, prazos, considerações e responsáveis pelas atividades.

Gostou? Curta, Comente e Compartilhe!

Um forte abraço,

Prof. Yuri Lázaro

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Você é infeliz no trabalho? Você não está sozinho!

É domingo a noite e você lembra que amanhã começa mais uma semana de trabalho! Como você se sente?

Sentiu uma Angústia, Tristeza ou Irritação?!

Saiba que você e a grande maioria da população se sentem assim!

Já parou para pensar o porquê tantas pessoas não gostam do trabalho?

Segundo a Gallup (2016) consultoria norte-americana especializada em recursos humanos, 87% dos funcionários ao redor do mundo está infeliz no trabalho. Ou seja, de maneira muito simplista, podemos dizer que 9 em cada 10 funcionários está desengajado.

Este dado é preocupante por várias questões, a primeira é a social, o trabalho é uma das principais ferramentas de contribuição para o desenvolvimento econômico e social de uma nação, logo pessoas insatisfeitas, serão menos produtivas e por consequência o país empobrece.

A segunda é a perspectiva humana, pessoas infelizes em suas funções estão mais suscetíveis a problemas e doenças de caráter psicológico, como depressão, stress, síndrome do pânico entre outras. Um exemplo disso é a cidade de São Paulo, que é o polo de trabalho no Brasil, a cidade que é considerada por muitos locomotiva econômica do país.

São Paulo é também a cidade que apresenta a maior quantidade de problemas mentais do mundo, quase 30% da população apresenta algum problema. Os transtornos de ansiedade são os mais comuns na região metropolitana de São Paulo, cerca de 20% dos entrevistados dizem sofrer com a ansiedade. Segundo dados da OMS – Organização Mundial de Saúde (2012), que coordena a pesquisa The World Mental Health Survey Initiative, após analisar 145 mil pessoas em 28 países.

A terceira perspectiva é a empresarial, embora exista um discurso padrão de que as pessoas são o ativo mais importante, existe claramente um distanciamento entre o discurso e a realidade. Isso depende de uma série de fatores e contextos organizacionais, mas podemos perceber que a grande maioria das empresas ainda não percebeu que tem problemas com a sua força de trabalho.

Em grande parte, isto ocorre por uma miopia corporativa. Apesar de parecer óbvio, que as empresas são constituídas de pessoas, e que se estas mesmas pessoas estiverem infelizes provavelmente o desempenho da empresa não será bom… Os Líderes dessas organizações muitas vezes insistem em concentrar esforços nos resultados e indicadores financeiros.

Conheci ao longo de minha carreira, uma grande quantidade de executivos e trabalhadores, que buscam desesperadamente no auxilio de profissionais da saúde, na grande maioria psiquiatras, a solução mágica para a infelicidade através da prescrição de remédios para melhorar a desempenho e diminuir a tristeza que estes sentem ao trabalhar. Alguns recorrem ao aconselhamento de carreira, através de coachs e psicológos, outros buscam na religião… Mas muito disso poderia ser evitado se as lideranças empresariais estivessem verdadeiramente comprometidas com o bem estar dos colaboradores no ambiente de trabalho. Ainda mais em um período de recessão como o que estamos vivendo.

Então, o que pode ser feito para reverter este quadro? Sobre a Perspectiva Pessoal.

– Defina a sua visão de longo prazo, valores e propósito, desenhe um plano com datas para realizar ações que te levarão mais próximo do seu objetivo;

– Procure uma organização que esteja alinhada com os seus valores e propósitos pessoais;

– A culpa é 50% da empresa e 50% sua, então ao invés de culpa-la é mais fácil buscar uma nova organização para colaborar;

– Enquanto você não faz a transição prepare-se para a mudança através de cursos que deixaram você mais preparado, realize trabalho voluntário, invista em relacionamentos que podem te auxiliar em uma recolocação, atualize seu perfil no linkedin e mapeie constantemente o mercado;

– Vale lembrar que todos os ofícios tem problemas, até aqueles que parecem mais prazerosos tem seus dias ruins, então, aproveite para desenvolver a resiliência e faça uma analise critica para ver se você está realmente infeliz na organização ou se é algo momentâneo.

Então, o que pode ser feito para reverter este quadro? Sobre a Perspectiva Empresarial:

– A organização deve entender que é importante identificar como o trabalhador percebe e enxerga o seu trabalho;

– Sensibilizar através de treinamento e comunicação as lideranças sobre a importância de temas como: Qualidade de Vida no Trabalho, Engajamento, Work Balance, Alinhamento de Propósitos e Valores entre Empresa e os Colaboradores;

– Realizar uma pesquisa de clima robusta, que aponte a percepção da força de trabalho sobre a empresa, bem como os principais problemas;

– Buscar o comprometimento formal dos líderes em iniciativas e projetos de melhoria do clima organizacional, através do emprego de novas abordagens, modelos gestão e design de funções em um trabalho conjunto entre diversos especialistas em processos e recursos humanos;

– Monitorar continuamente o clima, para verificar se as ações surtiram efeito.

Embora pareça algo simples, estas iniciativas quando bem concebidas são complexas, demandam tempo e uma mudança cultural que deve partir da conselho da empresa, presidência e diretorias até chegar no chão de fábrica. Ou seja, para começar é essencial o comprometimento da alta liderança.

Além disso, é importante destacar, que não existe uma receita de bolo, existem muitas ferramentas e abordagens que podem ser empregadas para uma melhoria efetiva do clima organizacional e do engajamento dos colaboradores, porém cada uma delas deve levar em consideração o contexto, o momento e o setor da organização.

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Tem sugestões de temas que você gostaria de ver nos próximos posts? Comente este post!

Até Mais!

Um forte abraço e uma ótima semana!

Prof. Yuri Lázaro

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